| Por que ainda não se fala abertamente sobre o NESARA Por Isis / Hamílton 21/04/2003 às 02:01 VIERNES, 11 DE ABRIL DEL 2003. 8:29 pm , Esta pasada noche pude confirmar que Bush Junior y el Vicepresidente Cheney están ya bajo arresto domiciliario. La red telefónica de información ha dejado claro que tanto Bush Junior como Cheney confiaban escapar de los Estados Unidos. A Conspiração do Governo Mundial / Globalização/Nesara Pois é, os artigos do Economista Armindo Augusto de Abreu formam uma trilogia: "O Sombra", "Dossiê Conspiração" e "Delenda New York, a Nova Cartago", e denunciam de forma ímpar e metodológica o projeto globalizante que visa a extinção das soberanias nacionais com a única finalidade de enquadrar todas as economias no processo de submissão ao capitalismo financeiro. Temos sim a grande missão de fazermos valer os nossos neurônios, lendo os artigos em http://www.armindoabreu.ecn.br debatendo os fatos e divulgando-os a todos aqueles preocupados com os rumos deste país e de todo o mundo! O que cabe a nós é a divulgação para que possamos furar a barreira da grande mídia. Leiam, reflitam e divulguem! http://www.armindoabreu.ecn.br Hamílton Por que ainda não se fala abertamente sobre o NESARA? URGENTE!!!! Não se trata de imaginação, nem de filme e nem de profecia. Estão aí os "sites" que não deixam mentir. NESARA (National Economic Security and Reformation Act). Assim se chama a Lei aprovada no Congresso dos U.S.A, cuja apresentação mediante o procedimento Constitucional "Secreto", se deu no mês de março de 2000, sendo votada pelo Congresso Americano em 09 de setembro de 2001, e novamente apresentada ao Congresso no mês de novembro de 2001, e comumente referenciada como NESARA. Já sabemos que aos membros do Congresso, aos meios de comunicação e outras pessoas que estão ocupando cargos políticos e administrativos de alto nível se lhes foi proibido falar do conteúdo de NESARA até uma "Promulgação Oficial". Sabemos que esta "Promulgação Oficial" está sendo atrasada mais uma vez e que tal fato está ocasionando um dano e uma coação sobre a economia, a política e às questões que afetam a sociedade internacional, tudo isso devido à importância e à transcendência de NESARA. Esta Lei proverá os seguintes benefícios: 1. Abolição do Serviço de Impostos Internos e impostos que arrecada; 2. O estabelecimento de um Sistema Bancário do Tesouro dos U.S.A., com uma nova moeda avaliada por metais preciosos, e a absorção do Sistema da Reserva Federal no Departamento do Tesouro dos U.S.A.; 3. Restauração da Ordem Legal Constitucional; 4. Condenação das dívidas de cartões de crédito e ajuda para que os cidadãos dos U.S.A. possam fazer frente às amortizções de créditos bancários e outras dívidas; 5. Diminuição e substituição do Governo atual e convocação de novas eleições para que se crie uma situação nova na qual possam assentar as bases do futuro dos U.S.A.; 6. Nova oções para que os cidadãos dos U.S.A. possam prosperar; 7. Expansão de todos estes benefícios a todos os demais paises do mundo; 8. E, muitos mais benefícios diretos e indiretos. Está sendo pedido a todos os cidadãos do mundo que peçam a promulgação imediata e que seja posta em funcionamento a Lei NESARA. Qualquer pessoa medianamente informada já deve saber que existe o chamado "Govêrno Oculto" no nosso planeta e muitos até hoje devem estar se perguntando quem faz parte deste "Govêrno Oculto". Qualquer pessoa medianamente informada também já deve ter ouvido falar nos "Illuminati" e que de esotérico só tem a mágica que eles fazem para os bolsos deles mesmos. Assim sendo, anexei algumas informações que me chegam sobre o assunto e, para quaisquer profundamento e/ou pesquisa sobre o assunto, sugiro os "sites" abaixo: www.nesara.us www.fourwinds10.com http://www.principalityofcamside.cc/Government/USA/NESARA/NesaraMain.htm http://www.white-knghts911.com/ http://v_100.tripod.com/ (este "site" está em alemão) http://home.wanadoo.nl/schouwerwou/dove/start.htm http://atl2.netfirms.com/with/nesara.htm Algumas informações "off-records" me teem chegado e, sinceramente, não sei até que ponto procedem. Entre elas, citarei algumas: *Uma vez que NESARA seja posta em marcha, um efeito dominó em escala global sucederá de forma que ponha fim à prática totalidade das dívidas pessoais e cancelará a maior parte da dívida internacional. Permitirá ao sistema financeiro honesto, converter-se na norma de atuação neste campo e derramará em suas economias uma infusão massiva de centenas de trilhões de dólares, euros e libras. A economia que resulte de tudo isto será tratada de tal maneira que impeça a hiper inflação mediante o uso do padrão ouro-moeda (o que quer dizer que cada bilhete ou moeda deverá estar avaliada por uma rqueza em metais nobres ou valore reais, em vez do oportunismo político ou agressivo que rege o "dolarismo ianque" - o parêntese é uma nota do tradutor). As instituições bancárias serão controladas e administradas com transparência, e novos e mais responsáveis equipes de direção se encarregarão das multinacionais. Governos renovados, criados com o despertar gerado por NESARA, irão estimular o surgimento de inumeráveis tecnologias sequestradas do domínio e conhecimento públicos durante muitìssimo tempo; *Há uma semana atrás o amigo de um dos nossos correspondentes nos U.SA., perguntou num programa de rádio a um professor de economia que estava sendo entrevistado, se sabia de NESARA. O professor disse que estava proibido legalmente de falar de NESARA, exceto para dizer que de repente, num dia concreto, deixaríamos de empregar as células de dólares emitidos pela Reserva Federal e passaríamos a usar as novas células de dólares emitidas pelo Tesouro dos U.S.A.; *Quando NESARA for promulgada e chegar às televisões, a primeira pessoa que oficialmente aparecerá será alguém que está versado nos mais altos aspectos legais dos U.S.A.. Em seguida escutaremos do maior técnico legal dos "Cavaleiros Brancos" (assim são chamados os funcionários do govêrno que lutam pelo NESARA, entre eles muitos da Marinha e das Fôrças Armadas dos U.S.A. que têm trabalhado duro e arriscado suas vidas em centenas de missões para que o NESARA seguisse adiante durante anos) que anunciará que os Estados Unidos da América do Norte estão debaixo de uma ordem Constitucional Legal. Falará sucintamente sobre a verdade da lei NESARA e explicará os motivos porque Bush Junior e Cheney devem se demitir. Em continuação, veremos um vídeo gravado prèviamente da renúncia de Bush Junior e Cheney. Depois disto haverá uma explicação de quem está capacitado legalmente segundo a Constituição, para segurar as rédeas do país até as novas eleições que se darão nos 120 dias seguintes da promulgação de NESARA; *As ações mencionadas sibre a promulgação e execução da lei NESARA durarão uns 15 minutos. Dentro das doze hora que seguirão veremos umas três ou quatro horas de apresentação e divulgação em que umas 20 pessoas discutirão e contarão sua experiência pessoal e profissional na história da gestação de NESARA, como NESARA foi apresentada e quando, e todos os benefícios que supõe NESARA em detalhe. *Dizem que o mais alto técnico legal dos "Cavaleiros Brancos" convidou os Meios de Comunicação na semana passada, e disse aos seus executivos que Bush Junior será removido prontamente da Sala Oval da Casa Branca. Lhes explicou ainda que tal coisa poderia suceder a qualquer momento a partir das próximas 24 horas e no máximo em duas semanas; explicou que não dava para precisar quando sucederia exatamente, porém que é absolutamente certo que a destituição de Bush Junior sucederá dentro de duas semanas depois de 02 de abril de 2003. *No momento que recebi estas últimas informações chegou a informação de que Bush Junior e o Vice-Presidente Cheney estavam em arresto domiciliar e estarão em situação legal até que NESARA seja promulgada. A rede telefônica de informação deixou claro que tanto Bush Junior quanto Cheney tencionavam escapar dos U.S.A.. Aparentemente Bush Jr. e Cheney desejavam escapar do país antes que NESARA fôsse promulgada. Ambos estavam planejando deixar o país ao mesmo tempo com alguma desculpa, mas não puderam por ser ilegal presidente e vice-presidente estarem fora do país simultâneamente e, ainda que, havia uma hora que o Tribunal Internacional de Haya estava ultimando os detalhes que deverão tramitar; NESARA poderá ser promulgada depois que o Tribunal Internacional haja efetuado tais trâmites *Na tarde passada (mencionando 10 de abril de 2003), Rumsfeld convocou uma "grande reunião" e hoje (tratava-se de 11 e abril de 2003) a maior parte do gabinete Bush e uns poucos "Cavaleiros Brancos" iriam se reunir. A equipe de Bush desejava atrasar uma vez mais a "Promulgação" de NESARA. Observação minha pessoal: fico pensando nos inúmeros "e-mails" recebidos, muitos dos quais repassei para as pessoas da minha caixa de correio, sobre artigos que sairam nos jornais americanos escritos por pessoas que diziam que o 11 de setembro de 2001 foi provocado por próprios integrantes do govêrno dos U.S.A. para desviar de um assunto interno mais sério que poderia vir a desequilibrar o govêrno americano. Será?!!!... De qualquer forma, que se tenha, Muita PAZ nos nossos CORAÇÕES e nas nossas MENTES "In Lake ch" Isis
URL:: http://www.armindoabreu.ecn.br >>Adicione um comentário VIERNES, 11 DE ABRIL DEL 2003. 8:29 pm , Esta pasada noche pude confirmar que Bush Junior y el Vicepresidente Cheney están ya bajo arresto domiciliario. La red telefónica de información ha dejado claro que tanto Bush Junior como Cheney confiaban escapar de los Estados Unidos. Aparentemente, Bush Junior y Cheney deseaban escapar del país antes que NESARA fuera promulgada. Mis fuentes de información dicen que ambos estaban planeando dejar el país al mismo tiempo. Tal cosa es ilegal. El Presidente y el Vicepresidente no pueden estar fuera del país al mismo tiempo. Además fueron arrestados en el domicilio y estarán en esta situación legal hasta que NESARA sea Promulgada. También mencioné que la pasada tarde Rumsfeld había convocado una 'gran reunión'. Quiero entender que en el día de hoy (viernes 11 de abril) la mayor parte del gabinete Bush y unos pocos Caballeros Blancos se iban a reunir. El equipo de Bush desea retrasar una vez más la Promulgación de NESARA. Tengo rumores que señalan diversas impresiones sobre el resultado de este encuentro. Hice unas llamadas para confirmar este estado de cosas a una persona que había sido un Caballero Blanco en el pasado pero que recientemente había sido separado del núcleo del grupo de decisión de los Caballeros Blancos. Mis fuentes indican que este Caballero Blanco estaba en la reunión citada y que seguía manteniendo el punto de vista de retrasar la Promulgación de NESARA. Además, otros Caballeros Blancos presentes en el encuentro que sí pertenecen al núcleo central de decisión no estaban a favor de retrasar dicha promulgación. Alguno abandonó el encuentro insinuando que algún tipo de retraso se había consensuado. Tengo que añadir que esta insinuación es incorrecta y que esta información viene motivada por el hecho que el Caballero Blanco citado ya no tiene poder alguno dentro del grupo central de toma de decisiones de los Caballeros Blancos. He hablado, además, con verdaderos Caballeros Blancos que declinaron estar presentes en la reunión de hoy, lo cual es indicativo de que los Caballeros Blancos de verdad estaban allí para oír lo que el gabinete Bush tenía que decir, y no para decir 'sí' o 'no' a lo que allí le dijeran. Debajo de este repaso de actualidad hay un somera exposición de la agenda obscura de la familia Rockefeller y cómo han estado re-escribiendo la historia(mediante la compra de la Enciclopedia Britannica, editores de libros, y compañías dedicadas a la comunicación para que publique la historia revisada). Los Rockefellers también tomaron el control de la American Medical Association como parte de su control sobre la medicina y promocionaron mediante este control el uso de las drogas que sus corporaciones fabrican. Déjenme recordarles que la Familia Rockefeller tiene un 'asiento' en el Consejo Supremo Mundial de los Illuminati y su agenda obscura. Si ustedes leen esta información con cuidado van a ver como la agenda obscura de estas familias tienen ya el control de todo el país y su población. Tal como señalaba en el mensaje del 29 de Marzo de 2003 gracias a una información de una tal "Svali" que era una desertora de los Illuminati y que ahora les vuelvo a anotar : "El consejo nacional está formado por banqueros influyentes con tradición multimillonaria familiar como: Los Rockefellers, la familia Mellon, la familia Carneige, la familia Rothschild, etc... Sé que no debo dar nombres, pero puedo hacerlo. El consejo supremo mundial está formado por un prototipo del que va a gobernar cuando el Nuevo Orden Mundial que pretenden establecer se instale. Allí se tratan regularmente las discusiones financieras, dirección, política, et... y los problemas que surgen sobre el terreno. De nuevo, estos líderes son los dirigentes del mundo financiero mundial, tradición familiar de banqueros. La familia Rothschild de Inglaterra y de Francia ocupan asientos en este consejo. Un descendente de la dinastía Habsburgo tiene un asiento generacional. Un descendiente de las familias reales Francesa e Inglesa tiene un asiento generacional allí. El asiento USA lo tiene la familia Rockefeller. Esta es una razón por la cual los Illuminati han sido 'intocables' durante años. Sus miembros dirigentes son muy, muy, muy ricos y poderosos. Espero que esta información sea de ayuda. ¿Qué cómo llegué yo a saber todo esto? Era un lider de un consejo local (la jefa de entrenamiento), pero hablaba de todo esto con los del consejo regional. También cada niño Illuminati es instruído de tal manera que siempre sabe quienes son sus jefes, y hacían un protocolo de juramento de fidelidad hacia ellos y al 'Nuevo Orden Mundial' que viene." También he adjuntado dos confirmaciones adicionales y una de ellas procede de un oficial de la Marina que cita expresamente a NESARA. A menudo he hablado de estos Caballeros Blancos de la Marina y otros operativos especiales de las Fuerzas Armadas USA que han trabajado duro y arriesgado sus vidas en centenares de misiones para que NESARA saliera adelante durante años. Pienso que algún día surgirá una gran película que trate este asunto y cuente historias suculentas de quienes han arriesgado sus vidas tantas veces y trabajado durante varios años muy duramente para traernos NESARA. !NESARA SI! ¡NESARA Ahora! ¡PAZ Ahora! ======================================================= Nota del traductor: Aquí finaliza la traducción que yo he considerado significativa por el momento que estamos viviendo. A lo largo de este sábado(12-04-2003) he intentado acceder al servidor de www.fourwinds10.com y www.nesara.us y parecían estar completamente sobrecargados. Así que aquí tenéis otros links para que podáis estar al tanto de las noticias de NESARA en Inglés. . http://www.principalityofcamside.cc/Governmen t/USA/NESARA/NesaraMain.htm http://www.white-knights911.com/ http://v_100.tripod.com/ esta site está en alemán. http://home.wanadoo.nl/schouwerwou/dove/start.htm http://atl2.netfirms.com/wlth/nesara.htm Por que ainda não se fala abertamente sobre o NESARA  | E a fragilidade desses gigantescos conglomerados Por essas e outras, meu caro amigo (a), é que desaconselho definitivamente qualquer investimento em companhias americanas ou em seu mercado financeiro. Fico imaginando quantos milhões de investidores no mundo inteiro, sobretudo os de classe média, que aplicaram todas as suas economias nesse mercado dominado pelos espertalhões de Wall Street, infartaram ou morreram fulminados pelo choque de ver seu dinheirinho escoar pelo ralo da irresponsabilidade dos donos do dinheiro do mundo! Portanto, se você tem "algum" guardado, por favor, não se arrisque comprando papéis de empresas americanas nesses fundos de ações administrados pelas Merril Lynch da vida. Fica a impressão de que tudo na terra de Tio Sam é virtual e seu dinheiro pode virar pó da noite pro dia. Quem avisa, amigo é. Cuidado com o RISCO EUA. Em Londres, o euro atingiu a cotação mais alta em relação ao dólar desde o começo da guerra contra o Iraque por causa dos rumores de que um pacote suspeito havia sido achado em uma ponte de Nova York. A moeda norte-americana caiu a 1,0744 unidade por euro, uma queda de 0,5 por cento no dia, o nível mais baixo na semana. A brincadeira disparou uma forte reação por parte da polícia, do Corpo de Bombeiros e de outras unidades de emergência de Nova York, entre elas, equipes de inspeção, esquadrões antibomba, pessoal da aviação, de porto e mergulhadores. O trânsito ficou bloqueado na área. Olha o lobo !!!!!!! Olha o lobo !!!!!!!  | Cara...isso tudo pode ser um novo começo de civilização! Tomara que seja tudo verdade! Vamos demitir os WAR Bushes,Cheneys,Rumsfelds da vida, esses bandidos que regem nossas vidas neste planeta maluco!! Eu entendi mais ou menos do que se trata, so que os sites estao em ingles e nao compreendo a fundo ingles, sera que alguem pode dar mais explicacoes? Para VCs entenderen o porque da troga da Moeda Dolar. ( Nesara ) Deixaríamos de empregar as células de dólares emitidos pela Reserva Federal e passaríamos a usar as novas células de dólares emitidas pelo Tesouro dos U.S.A.; Atenção: Os artigos estão no formato "PDF" e para visualizá-los é necessário ter o programa "ACROBAT READER" instalado no seu computador. En português. http://www.armindoabreu.ecn.br/ARTIGOS.htm  | Para entender um pouco melhor a trilogia de como todos fomos sempre enganados. Israel /INGLATERRA / U.S.A http://brasil.indymedia.org/pt/blue/2003/04/253045.shtml Guerra total un imperativo urgente para os falcões, digo Urubush. La "teoría de los bolos" en Medio Oriente Fuentes políticas del gobierno Sirio hablan, por su parte, de una conspiración del lobby judio norteamericano y la derecha israelí en el Pentágono orientada a crear un efecto dominó de la caída de Irak sobre el resto de las naciones árabes del Medio Oriente. Aviso ao povo norte-americano e ao resto do mundo 20/04/2003 23:44 Estados Unidos de Israel? E A Historia Continua. Maariv (jornal diário de Israel) 02. 09. 1994: Os Judeus que Administram a Corte de Clinton Por Avinoam Bar-Yosef Algumas semanas atrás o rabino da sinagoga "Adath Israel" em Cleveland Park, Washington, dedicou seu sermão do Sabbath ao centro político e cultural judaico que está sendo formado na América: "Pela primeira vez na história dos Estados Unidos", disse o rabino, "nós não sentimos mais que vivemos na diáspora. Os EUA não tem mais um governo de Goyim (gentios), mas uma administração na qual os judeus são parceiros com os mesmos direitos na tomada de decisões em todos os níveis. Talvez os aspectos da lei religiosa judaica conectados com o termo "governo dos gentios"deva ser re-examinado, já que este é um termo ultrapassado nos EUA". De fato, até onde os judeus estão preocupados, o presidente Bill Clinton contribuiu em direção a uma real mudança na cara da Administração, tendo concluído uma série de mudanças que aumentaram o poder judaico começando durante a presidência de Reagan e seu Secretário de Estado, Schultz. É verdade que a influência política judaica também esteve evidente nos Estados Unidos nas décadas passadas. Nós já vimos um Secretário de Estado judeu, Kissinger, tendo a confiança do presidente Richard Nixon, e houve membros do ministério que eram judeus durante a presidência de Carter. Entretanto, eles normalmente eram as exceções justificando a regra. Especialmente, judeus pios dificilmente eram escolhidos para participar em trabalhos políticos envolvendo o Oriente Médio. A coisa agora mudou completamente e não apenas quanto ao Oriente Médio. Por exemplo, a cada manhã às 6 horas, vários carros de pessoal vão do centro da CIA à Casa Branca com oficiais graduados da comunidade da inteligência americana, que estão prester a apresentar ao presidente e aos quatro mais importantes do corpo administrativo o PDB - President's Daily Briefing [Informações do Dia para o Presidente]- o termo para o relatório mais exclusivo em Washington. O documento, que consiste de 5-7 páginas, é freqüentemente acompanhado por fotografias ultra-secretas enviadas pelo Pentágono. É feito durante a noite pelor melhores especialistas da Inteligência norte-americana, que analisam os telegramas e relatórios chegando da rede mundial de agentes da CIA. Contém as informações mais sensíveis em relação a acontecimento ao redor do mundo. O que o torna único, em comparação com outros documentos da inteligência americana, é o fato de que sempre cita a fonte da informação, se a fonte é exploração por satélite. Se Clinton está em Washington, ele mantém uma pequena discussão quanto ao conteúdo do documento com cinco outros personagens: o Vice-Presidente Al Gore, o Conselheiro da Segurança Nacional [National Security Adviser] ("Sandy") Berger, e o Conselheiro da Segurança Nacional do Vice-Presidente, Leon Perth. Dois deles, Berger e Perth, são judeus. Eles alcançaram posições extremamente sensíveis quanto às políticas norte-americanas. E eles não são de maneira nenhuma exceções. No Conselho de Segurança Nacional, 7 dos 11 funcionários mais importantes são judeus. Clinton os designou para os pontos mais sensíveis das administrações americanas da segurança e do estrangeiro: Sandy Berger é o diretor-presidente do conselho; Martin Indyk, o futuro embaixador a Israel, é o diretor superior responsável pela Europa Ocidental; Don Steinberg, diretor sênior e conselheiro do presidente, é o responsável pela África; Richard Feinberg, diretor sênior e conselheiro do presidente, responsável pela América Latina; Stanley Ross, diretor sênior e conselheiro do presidente, responsável pela Ásia. A situação não é muito diferente no escritório do presidente, que está repleto de judeus: o novo Promotor-Chefe [Attorney General], Aberner Mikve (agora trocado pela judia J. Reno); o gerente dos programas e da agenda do presidente, Ricky Seidman; diretor-chefe de pessoal, Phil Leida; conselheiro econômico, Robert Rubin (agora Ministro das Finanças); diretor da mídia, David Heiser; diretor de pessoal, Alice Rubin; Ely Segall, responsável pelos voluntários; Ira Mezina, responsável pelo programa de Saúde. Dois membros do Gabinete, Secretário do Trabalho Robert Reich e o responsável pelos acordos internacionais de comércio, Mickey Cantor, são judeus. Junto a eles se encontram muitos outros funcionários judeus importantes no Departamento de Estado, liderados pelo chefe do Grupo de Paz no Oriente Médio, Dennis Ross, e seguidos por muitos secretários adjuntos [deputy secretaries] e ainda mais chefes de pessoal seniores [senior secretaries chiefs of staff]. Um dos judeus mais interessantes do ponto de vista israelense, e que quase não apareceu até agora, é Rehm Emmanuel, conselheiro sênior de Clinton encarregado de coordenar projetos especiais na Casa Branca. Seu escritório se encontra ao lado do famoso Salão Oval... Ele tem uma cara que parece mais adequada para um turista israelense do que para um funcionário superior na administração dos Estados Unidos. "Você sabe, Rehm Emmanuel é um nome que não pareceria estranho na lista telefônica de Tel-Aviv", eu lhe disse. Um grande e agradável sorriso apareceu em sua face. "Nosso nome original é Auerbach. Nós abrimos as primeiras farmácias em Tel-Aviv e Jerusalém..." Rehm e seus dois irmãos receberam uma educação judaica. "Talvez a coisa mais intrigante que aconteceu comigo pessoalmente no ano passado, desde que fui designado para Washington, foi o encontro com a comunidade judaica organizada dos Estados Unidos. O melhor lugar para vê-los como eles são, o lugar para onde fui todo ano admirá-los, é a convenção anual do grupo de pressão pró-Israel AIPAC [American Israeli Political Action Committee]. Este é o lugar para não apenas sentir o pulso do envolvimento americano no Oriente Médio, mas também onde senti que de alguma maneira me ajuda a ignorar a profunda preocupação inerente ao sentimento de solidão de viver em um Estado localizado no coração de tantos árabes hostis. Eu sempre me perguntei qual era o valor da experiência judaica na América do ponto de vista de Israel. Será que a identificação com Israel deriva de uma profunda sensação de um destino judaico comum ou foi uma das armas da comunidade local de conseguir poder para conseguir direitos verdadeiramente iguais em uma sociedade diversa que inclui muitos emigrantes e membros de várias religiões? O poder judaico nos Estados Unidos é um fenômeno que vai diminuir ou aumentar? Os casamentos mistos de judeus com gentios estão ameaçando enfraquecer o poder judaico nos Estados Unidos? Ou, como às vezes temo, estão os judeus americanos construindo um novo centro cultural judaico que irá competir com Israel? A sinagoga "Adat Israel" em Washington não é apenas um local de adoração. É um centro da comunidade judaica, com um famoso jardim-de-ifnância judaico, um escola judaica com judaísmo, literatura,cultura e, claro, aulas de hebraico. Aos sábados acontecem sempre duas sessões de rezas separadas. A primeira é a maior, com centenas de fiéis, que termina com a bênção à comida judaica deixada sobre mesas. Seus membros pertencem ao créme de la créme da sociedade de Washington: funcionários superiores da administração, advogados bem-sucedidos, ricos homens de negócios. Todos são ricos... A taxa de entrada na sinagoga é de 1.000 dólares po um único feriado (dia santo). Mas a razão mais importante porque rezam é porque sentem uma forte conexão com Israel. A outra sinagoga competindo pela jovem geração de judeus ricos está localizada em Georgetown. Muitos funcionários judeus da administração rezam lá. Eles não tentam esconder sua religião mas fazem esforço para mostrar seu judaísmo,pois isso pode ajudar muito suas carreiras. A enorme influência judaica em Washington não se limita ao governo. Nos programas de televisão populares estão judeus. Não esqueçamos neste contexto a predominância judaica nas instituições acadêmicas de Washington. Com sua percentagem da população, a influência judaica nos campos de segurança e ciência, na indústria cinematográfica, na arte e na literatura, só pode ser descrita como imensa, com um crescimento correspondente do poder judaico. Rehm Emmanuel: "O Holocausto cria um senso de destino compartilhado por todos os judeus. Os judeus devem agir para tornar Israel forte para que o Holocausto não se repita." Hoje, quando se fala em 51% de casamentos mistos, o perigo de assimilação parece ainda maior, mas examinando o fenômeno de perto se descobre que a direção é a oposta. Será que Israel realmente percebe que a uma distância de miulhares de quilômetros existe um florescente centro judaico que não apenas a admira e apóia, mas que também sente um destino compartilhado:? Não há dúvida sobre isso, especialmente em assuntos que dizem respeito à existência de Israel. Todos os funcionários da administração Clinton que lidam com Israel: Ross, Kurtzer, Indik e Miller sendo apenas um exemplo, podem ter opiniões diferentes quanto à solução desejada para o conflito árabe-israelense, mas são judeus em tudo que fazem. Também acreditam firmemente que os interesses em comum entre os dois Estados (Israel e os Estados Unidos) são fundamentais e de duração permanente. É devido a esta crença que eles deram uma grande contribuição para o fato de que a Administração Clinton ter adotado esta visão nas relações Estados Unidos-Israel. Os muitos judeus na Administração Clinbton podem não ter aparecido devido a um plano, mas seu grande númeroi não se deve apenas à sorte. O modo de vida americano apóia os bem-sucedidos... Apesar do poder judaico na atual Administração democrata ser tão grande, existem também muitos judeus indo em direção a posições de liderança no Partido Republicano. Clinton também foi informado por seus muitos amigos judeus da memória perturbadora do Holocausto, que ainda assombra os líderes da comunidade judaica americana, e sobre a importância de apoio contínuo a srael que é obrigatório para os Estados Unidos. (Londres) - 1.11.1996, p. 5 (Londres) - 8.11.1996, p. 3 Apoiando um vencedor para ajudar a voz judaica na Casa Por J.J. Goldberg, New York A influência judaica em Washington provavelmente alcançará níveis históricos após as eleições presidenciais e para o Congresso da próxima terça-feira, dado o número recorde de senadores judaicos que provavelmente serão eleitos para o próximo Congresso, e o quase certo retorno de Bill Clinton à Casa Branca. O Presidente Clinton mostrou uma receptividade extraordinária em relação aos judeus e aos interesses judaicos. Em adição a seu forte apoio a Israel, ele designou números sem precedentes de judeus para altas posições, incluindo quatro em seu gabinete de 14 membros, dois na Suprema Corte de nove membros, e até seu diretor da CIA, John Deutch [John Deutch não é mais diretor da CIA.] No Senado, os 10 membros judeus provavelmente verão seus números subirem para 11 ou 12 após 5 de novembro. Laços entre os EUA e Israel podem melhorar Por Stephanie Genkin Funcionários israelenses esta semana aplaudiram a reeleição de Clinton como presidente americano, dizendo que esperavam que o relacionamento próximo entre Washington e Jerusalém seja fortalecido durante a dura busca pela paz no Oriente Médio. Professor Doron: "Mas o presidente Clinton é um bom amigo de Israel. Não acho que ele iria colocar muita pressão sobre Netanyahu para que se arriscasse mais do que o necessário. Talvez ocorram algumas mudanças de estilo, mas a substância permanece a mesma." Rabino David Clayman: "Volte aos dias do [Secretário de Estado] Dean Rusk. Nenhum governo israelense, apesar da dependência aos Estados Unidos militar, economica e psicológica, jamais foi forçado por uma Administração americana para entrar em um processo de paz." "O Congresso Mundial Judaico adquiriu uma vasta influência política e econômica e tem voz em todas as decisões políticas nos EUA." A declaração acima foi feita pelo Secretário-Geral do Congresso Mundial Judaico, Israel Singer. Singer é citado no livro "Die Deutschlandakte" ("The Germany File", edition ferency bei Bruckmann, Munich 1995, p. 343), escrito pelo professor israelense Michael ". . . existe um novo tipo de judeu vivo hoje que acredita que Deus deu poder aos judeus, e que este poder precisa ser usado e exercido... não haverá mudanças a não ser que decidamos tomar a história em nossas mãos." (Dr. Israel Singer, Secretário-Geral do Congresso Mundial Judaico, The Jewish Press, 20 de fevereiro de 1998) Os judeus representam aproximadamente 3 % da população americana mas ocupam mais ou menos 90% de todas as posições-chave na administração. FONTE http://abbc.com/islam/portugues/poder/maariv.htm ------------------------------------------------------- OBS* Porque sera que não ouve ataque no 11 / 09 donde estava a mais pura nata ? Porque, Porque ? Não sei..... Iraque, a quem interessar Dallan: Em outros atos paralelos, até o governo belga está dizendo que os americanos estão se tornando MUITO, MUITO PERIGOSOS: Lázaro: Eles estão jogando WAR, roubando pecinhas, colocando quinhentas de cada lado em volta de um território pequeno, e insistem em dizer que conquistar aquilo não tem nada a ver com seu objetivo... O que eles vão fazer, eu não sei. Mas as ameaças a Síria e ao Irã hoje já são bem maiores do que as que faziam ao Iraque na época de Osama. Paulo: Acho que o Irã e a Síria serem "tragados" pra guerra, é só questão de tempo. Aliás, indiretamente, parece que JÁ estão (ao menos a Síria)... E da Síria pra Israel, é só um pulinho (pra quem não sabe, Síria e Israel estão até hoje em estado de guerra declarada!). E de Israel para, bom, deixa pra lá, pq se Israel entrar, vai ser difícil segurar os outros árabes... Aí pode vir o Paquistão,com a suas "nukes"... E, entrando Paquistão, corre-se o risco de entrar, na sequência, Índia, Europa, China e Russia. Lázaro: Eu me lembro que no WTC, Bush fez de tudo para tentar associar o Iraque ao atentado. Aliás, este atentado deu resultados comerciais e polóticos tão "bons" e nefastos ao imperialismo dos EUA que hoje já não acho tão absurda assim aquela versão de eles próprios poderiam o ter incentivado. Na época, afirmaram que não morreram diretores e empresãrios no WTC, que por algum motivo "estranho", a judeuz de alto escalão NÃO FOI trabalhar naquela manhã, e que as marcas no pentágono seriam de qualquer coisa menos de um avião... Paulo: A melhor comparação é com o incêndio do Reichstag (é assim q se escreve?) que deu a Hitler a desculpa para ter controle sobre os militares... O que questionam é como um bêbado holandês botou fogo, em vários pontos, sozinho, e ainda por cima não havia guarnição no local? Nem um sentinelazinha? O mesmo aconteceu no WTC e em Washington. Parece que naquela data tinham SÓ 4 caças americanos de plantão. Numa Speak Up recente, eles comentam justamente isso, nessa linha... Não que teria sido orquestrado por eles... Mas que eles teriam deixado correr, pra justificar tudo isso que vem acontecendo desde o Afeganistão... Outros já defendem que teria sido "auto-ataque"... Lázaro: O Levi disse que o Bush é o anti-cristo. Eu concordo. Eu não acho que isso seja o "fim" do mundo, creio ser um teste, para mostrarmos qual a nossa nova sintonia. Um teste para mostrarmos de podemos ou não fazer uma nova jerusalem, ou se deixaremos a besta governar. Das torres à babilônia americana, da época prevista ao local, as peças do xadrez de Bush posicionam-se contra o rei inimigo... Ele pode até não dar xeque, mas, dizendo agir em nome da paz, usou seu dinheiro e poder para fazer os outros entregarem todas as peças de defesa, ao mesmo tempo que fortalecia as suas. O desrespeiro ao vaticano, o uso do urânio, suas armas nucleares que soam como absinto, a tempestade de areia no deserto ou os invernos nucleares que poderiam parecer a um profeta como o sol vermelho, tampado... Seus soldados numerados, identificados por GPS, com óculos, viewfinders e aparatos eletrônicos na testa... O lugar não deixa dúvidas. O poder de devastação, também não. Como estava no apocalipse, as bombas e guerras do japão e alemanha ainda não eram "o" cara, que brigaria para tentar tomar a região da terra sagrada. Tou com o Levi. Nunca, ao longo da história, alguém esteve tão perto das descrições, datas e locais do tal "anti-cristo". E nem mesmo Hitler tinha o poder de destruição e ameaça de Bush. Paulo: Infelizmente, eu tenho a mesma impressão. Espero estar errado. E aí, bom, aí pra quem não tem espiritualidade, é provavelmente o fim. Pra quem acredita em algo maior, é só uma fase, talvez, de certo modo, necessária (ante a condição média humana). Como dizem os espíritas, Deus não deixa que nada aconteça sem uma razão... Fé, muita fé, acreditar em algo maior, vai ser MUITO importante. Lázaro: Se este cara não é "O" anti-cristo, não me apresentem seu patrão. POrque são do mesmo time, não tenha dúvida. Paulo: Anti-cristo ou não, as IGREJAS CATÓLICAS (todas elas) não estão dando mole,não. Pelo que li, Bush, Blair, Rumsfeld e Straw já foram proibidos de entrar na Igreja da Natividade (suposto local onde nasceu Cristo)! Panfleto"Os protocolos" http://abbc.com/islam/portugues/poder/maariv. 21/04/2003 00:39 Estados Unidos de Israel? Infelizmente, os judeus conhecem muito pouco sobre os Protocolos, `Quem vai acreditar nesta bobagem? Quem vai acreditar que um grupo de judeus se reuniu e elaborou um plano para dominar o mundo?' Mas as pessoas realmente acreditam nisso e continuam espalhando esta história", afirma Ben-Itto. Na década de 30, houve tentativas por parte dos judeus, para desacreditar o panfleto em tribunais, entre as quais uma ocorrida em Berna, Suíça, que considerou o texto literatura indecente e plágio de um outro documento, além de ter multado os responsáveis por sua publicação. A outra ação ocorreu em Port Elizabeth, África do Sul. Ben-Itto utilizou os documentos referentes a estas ações para escrever seu livro. Ao longo dos anos, várias outras ações foram apresentadas aos tribunais e diferentes fóruns. Uma subcomissão do Senado americano, por exemplo, declarou que os Protocolos são uma farsa. Fatos: A verdade sobre a "retratação"de Ford. O sionismo, através da imprensa, sempre indica que o livro O Judeu Internacional, de Henry Ford, seria uma obra praticamente apócrifa, pois Ford, considerado o maior industrial do século, teria desmentido tudo o que publicara (o livro continua sendo vendido nos EUA e em todo o mundo). Com isso, eles tem a intenção de mostrar que ele, de forma voluntária, teria se arrependido de tudo o que afirmara nesta sensacional obra. Da página 5 desse livro, extraímos a seguinte informação: Após a publicação do livro, os judeus ficaram profundamente indignados, porque o adversário era sério. E encetaram contra ele uma violenta campanha que durou vários anos e só terminou em 1927 (a obra foi escrita em 1920). Angustiado por graves embaraços financeiros, processado pelos judeus perante os tribunais norte-americanos, vítima de um acidente automobilístico que se diz muito misterioso, Ford escreveu às organizações judaicas uma carta em que desmentia tudo o quanto publicara em relação aos judeus. Estes, depois de o deixarem algum tempo na incerteza, aceitaram a retratação. Em novembro de 1990, após a polícia ter invadido a Editora Revisão e retirado mais de 8.000 obras do estoque, e que por ordem judicial foram restituídas 48 horas depois, a TV Bandeirantes de Porto Alegre, no programa Canal Livre, analisou com vários participantes o nada democrático ato de apreender obras que não agradam a uma determinada facção. Se esta moda pegasse, as livrarias ficariam vazias. No momento em que analisaram também a apreensão de "O Judeu Internacional", o representante sionista imediatamente citou que se tratava de uma obra que o próprio Henry Ford tinha rejeitado... Outro participante alegou que Ford fora pressionado pelo poder judaico para assim proceder, ao que o sionista retrucou, com nervosa risada, simulando modéstia: Quem somos nós para forçar um Henry Ford? Isso é brincadeira... É lógico que algo muito grave havia acontecido, motivando a retratação. Vejamos alguns dados a respeito da produção de automóveis dos EUA: Até 1920 Ford era líder absoluto da produção de veículos. Depois da edição de sua obra O Judeu Internacional, sua participação no mercado começou a declinar, ao ponto de representar, em 1926, apenas 35,6% da produção total dos EUA, equivalendo a 1.530.800 veículos. Em 1927, ano da nota do "desmentido", as fábricas deviam estar às portas da falência, pois somente tinham conseguido vender 520.200 veículos, ou seja, apenas 15,3% da produção americana. Em 1928, ano em que os sionistas ainda o haviam deixado "na incerteza", a venda de unidades havia aumentado um pouco, pois conseguira vender 675.800 veículos, mesmo assim representando apenas 15,5% do total. Em 1929, vendendo 1.822.400 veículos, passou a participar com 33,9% do total. Em 1930, voltou novamente para a liderança, com 40,3% da produção dos EUA. O grande beneficiado com a pressão contra Henry Ford foi a General Motors que, em 1927 e 1928, passou a vender 42,5% e 41,3%, respectivamente, da produção total. Nossa grande surpresa, um verdadeiro choque, recebemos quando descobrimos a quem pertencia a General Motors Corp.: Grupo Judaico Morgan que, em 1929, figurava na administração de nada menos que 2.450 SOCIEDADES, CUJO CAPITAL MONTAVA A 74 BILHÕES DE DÓLARES, APROXIMADAMENTE UM TERÇO DE TODO O CAPITAL EXISTENTE NOS EUA!!! No livro "Trustes e Cartéis", editado pela Livraria do Globo em 1945, é mostrada a posição do Grupo Morgan em 1938 junto a algumas organizações (imaginem como deve ter aumentado seu patrimônio nos últimos 50 anos, principalmente após uma vitoriosa guerra): A firma matriz chama-se J. P. Morgan & Co. Incorporated N.Y. Bancos Particulares: Morgan, Stanley & Co., Philadelphia Drexel & Co., Philadelphia Morgan, Greenfell & Co., London Morgan & Cie., Paris Grandes Bancos: Bankers Trust Co. Guaranty Trust Co. of New York New York Trust Co. The First National Bank of New York Firmas: GENERAL ELECTRIC CO., a nossa conhecida GE; UNITED STATES STEEL CORP., na época a maior usina siderúrgica do mundo; E.I. DU PONT de Nemours, produtos químicos; GENERAL MOTORS CORP., nossa conhecida Chevrolet; CONTINENTAL OIL CO., setor de petróleo;INTERNATIONAL HARVESTER CO., caminhões e equipamentos agrícolas; TEXAS GULF SULFUR CO., setor de enxofre; KENNECOTT COPPER CO., líder no setor de cobre; AMERICAN CAN CO., fabricação de latas; STANDARD BRANDS INC., produtos alimentícios; MONTGOMERY WARD & CO., uma das maiores magazines do mundo; ASSOCIATED DRY GOODS, idem; BALDWIN LOCOMOTIVE & PULLMAN INC., equipamentos ferroviários; INTERNATIONAL MERCANTIL MARINE, setor de navegação; UNITED CORP., setor de eletricidade; NEW YORK CENTRAL, estrada de ferro; ATCHINSON, TOPEKA & SANTA FE, estrada de ferro; CHESAPEAKE & OHIO, estrada de ferro; NORTHERN PACIFIC, estrada de ferro; UNITED GAS IMPROVEMENT, produtora de gás; WESTERN UNION TELEGRAPH CO., telégrafo; ELECTRIC BOND & SHARE CORP., Cia. de eletricidade e bondes; AMERICAN & FOREIGN POWER CO., Cia. de eletricidade e bondes, cuja filial em Porto Alegre foi nacionalizada pelo então governador Leonel Brizola; INTERNATIONAL TELEGRAPH & TELEPHONE CORP. a I.T.T., cuja filial de telefones no Rio Grande do Sul foi nacionalizada pelo governador Brizola, que sofreu grandes pressões por esses atos*; INTERNATIONAL NICKEL, etc., etc... *Com referência à nacionalização da Cia. Telefônica Riograndense, o Correio do Povo do dia 16/02/92, quando decorriam 30 anos do ato, publicou a seguinte notícia, sobre o título Ousadia de Brizola Modificou a História: "Trinta anos depois, Leonel Brizola, atual governador do Rio de Janeiro, admite que nem tinha consciência de com quem estava lidando. `Eu estava pisando no rabo de um bicho QUE ESTENDE SUAS UNHAS PELO MUNDO INTEIRO, Que é a I.T.T. Esta mesma companhia promoveu a derrubada do presidente Allende do Chile". É bem provável que ainda hoje 99,99% do nosso povo não sabe que a I.T.T. a que se referiu o governador é apenas UM dos milhares de tentáculos de apenas UM dos milhares de polvos espalhados pelo mundo. Na realidade, são os conquistadores do mundo em ação, que como pseudo-vítimas, apresentam diariamente Hitler como um demônio, há mais de 50 anos, e, ainda agora, para manter a farsa, tentam ressuscitar pseudo-assassinos como Mengele, Eichmann, Bormann, etc. É o desespero pela revelação da Mentira do Século. É uma enrascada comparável a de um ladrão de galinhas que é flagrado com as penosas num saco, dentro do próprio galinheiro, tentando dar explicações... Após conhecermos um pouco de apenas um dos concorrentes de Ford, acho que não fica difícil entender seu recuo, emitindo uma nota feita exclusivamente para salvar sua indústria. O mais impressionante deste texto é, sem dúvida, a constatação da ramificação de apenas um dos grupos existentes no mundo, fato que nos leva a acreditar que no momento em que conseguíssemos formar uma lista completa de organizações e firmas em mãos associadas ou ligadas ao sionismo, teríamos um choque ao vermos que poucos setores importantes da vida humana ainda não estão sob seu domínio. Enquanto se apresentam diariamente como vítimas de um inexistente genocídio; enquanto, diariamente, falam de Hitler e procuram repetitivamente os mesmos pseudo-assassinos, pedindo abertura de já conhecidos arquivos sobre nacional-socialistas, numa eterna vitimização; enquanto mostram e exploram cenas de esqueléticos mortos em epidemias, ou até mesmo de alemães mortos em bombardeios terroristas, como se fossem judeus mortos em câmaras de gás - distraindo, desta forma, a atenção dos povos - o supercapitalismo judaico, no total surdina, vai adquirindo mais empresas e bens, bem de acordo com Os Protolocos dos Sábios de Sião. A imprensa judaica só noticia "Holocausto", tentando esconder o fato de que foi provado que é uma farsa, e nunca seu domínio sobre importantes e diversos setores, para não chamar a atenção sobre seu verdadeiro poder. Quem poderia imaginar o que está por trás de um simples nome: John Pierpont Morgan... Para o leitor ter uma pequena idéia da importância de algumas das firmas do Grupo Morgan, alguns rápidos detalhes: MONTGOMERY WARD & CO., do comércio varejista, possuíam em 1930 nada menos que 532 filiais; INTERNATIONAL NICKEL detinha o controle de 90% da produção mundial; DU PONT foi a maior fornecedora de munição para os aliados na guerra; KENNECOTT COPPER detinha o controle de 19% da produção mundial de cobre, em 1937; UNITED STATES STEEL produzia, em 1930, 41% do total de aço dos EUA; WESTERN UNION, após engolir 538 Cias. telegráficas, ficou com o controle de 80% das redes americanas; INTERNATIONAL TELEPHONE & TELEGRAPH (ITT), entre centenas de interesses espalhados pelo mundo, era a propritária de 2/3 de todas as Cias. telegráficas da América do Sul e possuidora de 1/4 dos cabos submarinos do mundo. A maioria das firmas que compõem o Grupo Morgan estão espalhadas em praticamente todo o mundo, onde cada uma possui várias firmas associadas, enfim, um gigantesco polvo extorquindo os povos e enchendo os bolsos do supercapitalismo judaico. O que existe por trás de nome como Bunge & Born, Rockefeller, Bronfman, Warburg, Kuhn, Warner, Daniel Ludwig, Dreyfuss, Safra, Guggenheim, Oppenheimer, De Beers e outras milhares de gigantescas organizações, é um belo trabalho para um economista curioso, o qual poderia prestar um grande serviço ao nosso Povo, mostrando se ainda existe algo realmente nosso. Enquanto os sionistas, conforme plano existente nos Protocolos, aspirarem o GOVERNO MUNDIAL. ------------------------------- Em 1993, uma corte russa determinou que o panfleto era uma farsa anti-semita. "No entanto, os Protocolos sempre encontram solo fértil", afirma Ben-Itto. Fatos:Prova Estatística do Predomínio Judaico na Rússia Vermelha Cargos Membros Totais Membros Judaicos Porcentagem Judaica Conselhos de Comissários Populares 22 17 77% Comissão de Guerra 43 33 77% Comissariado de Assuntos Exteriores 16 13 81% Comissariado da Fazenda 30 24 80% Comissariado da Justiça 21 20 95% Comissariado de Instrução Pública 53 42 79% Comissariado de Socorros Sociais 6 6 100% Comissariado do Trabalho 8 7 88% Delegados da Cruz Vermelha 8 8 100% Comissários de Província 23 21 91% Jornalistas 41 41 100% HENRY FORD SR., "The International Jew", 1920 "Nós estamos a ponto de eliminar a burguesia em sua qualidade de classe determinada. Vocês não tem nenhuma necessidade de provar que este ou aquele tem agido contra os interesses do poder soviético. A primeira pergunta a ser feita em relação a um detido é sobre a classe a que pertence, de onde vem, qual é o seu grau de instrução e sua profissão. As respostas fornecidas deverão selar a sorte do acusado". M. LATSIS, um dos chefes da Tcheká, 1918 A Tcheká (depois NKVD, depois KGB) foi fundada por Djerjinski (judeu). "Haviam 384 comissários, incluindo 2 negros, 13 russos, 15 chineses, 22 armênios, E MAIS DE 300 JUDEUS. Do último número, 264 saíram dos Estados Unidos e foram para a Rússia desde a queda do governo imperial". CAPT. MONTGOMERY SCHUYLER, telegrama de Vladivostok, 09/06/1919, sobre a formação do governo soviético. Pequena Lista de COMUNISTAS JUDEUS Karl Marx (maior inspirador do comunismo). Friedrich Engels (filósofo comunista). V.I. Lenin (supremo ditador). Trotsky (Leon Bronstein, comandante do exército vermelho). Zinoviev (Grigory Apfelbaum, da polícia secreta soviética). Solomon Lozovsky (delegado do ministério do exterior). Litvinov (Maxim Wallach, ministro do exterior). Yuri Andropov (diretor da KGB e mais tarde ditador da União Soviética). Jacob Sverdlov (primeiro presidente soviético, responsável pelo assassinato do czar e de sua família). Jacob Yurovsky (comandante da polícia secreta). Lazar Moiseyevich Kaganovich (chefiou os assassinatos em massa para Stalin (seu sogro), foi responsável pela morte de milhões de pessoas. Mikhail Kaganovich (comissário da indústria pesada, supervisor do trabalho escravo e irmão de Lazar). Rosa Kaganovich (amante de Stalin, irmã de Lazar). Paulina Zhemchuzina (membro do comitê central e esposa do ministro do exterior Molotov). Olga Bronstein (oficial da polícia secreta, irmã de Trotsky e esposa de Kamenev). Genrikh Yagoda (chefe da polícia secreta soviética, comandante de assassinatos em massa). Matvei Berman e Naftaly Frenkel (fundadores dos campos Gulag). Lev Inzhir (comissário de administração de campos de concentração). Boris Berman (oficial executivo da polícia secreta e irmão de Matvei). K.V. Pauker (chefe de operações da polícia secreta). Firin, Rappoport, Kogan, Zhuk (chefes dos campos de concentração e trabalho escravo). M.I. Gay, Slutsky, Shpiegelglas e Isaac Babel (comandantes da polícia secreta). Aleksandr Orlov (Leiba Lazarevich Feldbin, comandante do exército vermelho, oficial da polícia secreta, chefe de segurança soviética na Guerra Civil Espanhola). Yona Yakir (general do exército vermelho, membro do comitê central). Dimitri Shmidt, Yakov ("Yankel") Kreiser, Miron Vovsi, David Dragonsky, Grigori Shtern, Mikhail Chazkelevich e Shimon Kirvoshein (generais do exército vermelho). Arseni Raskin (comandante do exército vermelho). Haim Fomin (comandante de Brest-Litovsk, exército vermelho). Sergei Eisenstein (diretor de filmes de propaganda comunista). Julius Rosenwald (judeu americano, fundador da KOMZET). Ilya Ehrenburg (ministro de propaganda soviética). Solomon Mikhoels (comissário de propaganda soviética). Mark Donsky, Leonid Lukov, Yuli Reisman, Vasily Grossman,Yevgeny Gabrilovich, Boris Volchok e Lillian Hellman (cineastas propagandistas soviéticos). Yevgeny Khaldei (propagandista soviético). Nikolai Bukharin (teórista). Samuel Agursky, Mikhail Gruzenberg (Borodin) e A.A. Yoffe (comissários). Karl Radek e Lev Rosenfeld (Kamenev) (membros do comitê central). David Ryazanov (conselheiro de Lenin). Lev Grigorievich Levin (médico, envenenava os inimigos de Stalin). Ivan Maisky (embaixador soviético na Inglaterra). Itzik Solomonovich Feffer (comissário da polícia secreta). Abraham Sutskever (guerrilheiro terrorista soviético). Mark Osipovich Reizen (propagandista, ganhador de três prêmios de Stalin). Lev Leopold Trepper (oficial de espionagem). Bela Kun (Kohen, supremo ditador da Hungria em 1919). Matyas Rakosi (sucessor de Kun, chefe de assassinatos em massa na Hungria). Zakharovich Mekhlis (chefe das execuções de Stalin). Henrykas Zimanas (líder de terroristas comunistas). Moshe Pijade (comandante do exército comunista yiugoslavo, presidente do parlamento comunista iugoslavo, comandou massacres de croatas a mando de Tito). Jacek Rozanski (torturador cabeça da polícia secreta) Jacob Berman (comandante da polícia secreta e chefe da secretaria de segurança da Polônia). Minc, Specht (Olszewski) e Spychalski (comissários - Polônia). Solomon Morel (comandante do campo de concentração comunista para alemães na Polônia depois da Segunda Guerra). Julius Hammer (fundador do partido comunista americano). Armand Hammer (financiou Lenin e Stalin). Lev Davidovich Landau (médico, pai da bomba atômica soviética). Klaus Fuchs (ajudou na bomba atômica de Stalin). Ruth Werner (coronel do exército vermelho GRU). Julius e Ethel Rosenberg (roubaram bombas americanas para Stalin). Morris Cohen (Peter Kroger, ajudou os Rosenbergs). Markus Wolf (chefe da polícia secreta comunista alemã). Howard Fast (propagandista comunista americano). David Dubinsky (aliado de Stalin). Victor Rothschild (espião britânico de Stalin). Mark Zborowski (da KGB e do comitê judaico americano). Rabino Hyman Katz e Milton Wolff (comandantes das "brigadas internacionais" na Espanha). Leon Rosenthal (nova-iorquino, chefe de propaganda comunista na Espanha). Albie Sachs e Yossel Mashel Slovo (chefes do Congresso Nacional Africano). Olga Benário (terrorista comunista alemã, mulher do comunista Luís Carlos Prestes). Rosa Luxemburgo (líder do movimento espartaquista na Alemanha). ------------------------------------------------------- CURIOSIDADES: Karl Marx era descendente de rabinos judeus por parte do pai e da mãe. O verdadeiro nome de Kerensky (líder da revolução que derrubou o czar, posteriormente derrubado por Lênin) é Adler, sendo seu pai judeu e sua mãe judia. Morto o pai, a mãe tornou-se a casar com um russo chamado Kerensky, cujo nome o estadista e advogado adotou. Ninguém até agora pôs em dúvida a nacionalidade de Trotsky, que é judeu, e cujo verdadeiro nome é Bronstein. Lênin era um quarto judeu e casado com uma judia. Stalin não era judeu (há quem questione essa informação), mas pertencia a seita caraíta, ligada ao judaísmo. Os judeus sempre ocuparam mais de 80% de todos os altos cargos do governo bolchevique, apesar de serem 1,5% da população. Em 1918 a mais alta burocracia - Soviets e ministérios - contava com 534 indivíduos, dos quais 429 eram judeus. ------------------------------------------------------- O financiamento da Revolução Russa foi feito pelos judeus americanos Jacob Schiff, Felix Warburg, Max Breitung, Otto H. Kahn, Mortimer Schiff, Jerome H. Hanauer, e pelo Banco Kuhn Loeb & Co. ------------------------------------------------------- FONTE http://abbc.com/islam/portugues/poder/maariv.htm Clique na fonte e fique sabendo da realidate contemporanea.  | O conteúdo destes artigos só poderá ser copiado, exibido e divulgado, desde que citados o autor e a fonte. Armindo Augusto de Abreu http://www.armindoabreu.ecn.br/ARTIGOS.htm O SOMBRA (ou à sombra) Armindo Augusto de Abreu Sem qualquer sombra de dúvida, a vida do nosso herói nada teve em comum com a do seu homônimo do rádio, do cinema e das histórias em quadrinhos. Não possuindo nenhum charme, car isma ou " glamour", sua única e duvidosa contribuição à elegância da época foi o uso de um inseparável chapéu de abas lar gas e de camisas sociais com colarinhos altos e engomados, ao melhor estilo "Santos Dumont". Nascido em Houston, Texas, era o sétimo filho de um próspero e abastado banqueiro, negociante, exportador, grande latifundiário e fazendeiro de algodão e açúcar, que representava interesses britânicos nos Estados Unidos. Discreto, arguto e aplicado, recebe primorosa educação superior voltada para o excitante mundo dos gr andes negócios, das articulações e do lobby político. À semelhança dos "marqueteiros eleitorais" de nossos dias, de quem foi, sem dúvidas, o inequívoco precursor, ele se dedica, de corpo e alma, à formulação de campanhas eleitorais para o governo do Texas, sempre vitoriosas. Elege, sucessivamente, para o car go, os governadores Hogg, Culberson, Sayers e Lanham. A despeito de sua gr ande modéstia e simplicidade, recebe pela proeza de eleger tantos governadores o título de Tenente Coronel da Guarda Nacional do Texas. Demonstra satisfação e orgulho pela patente, e por ela fica desde então conhecido, passando à história como o "Coronel". As indiscutíveis qualidades do "coronel sombra", personalidade discreta e confiável, sólida formação acadêmica, sucesso profissional esplendoroso, perfil sócio-político liber al apesar de idéias em f avor de um governo central totalitário, porém tolerante e de cunho social, fazem dele o interlocutor favorito da elite oligárquica européia. Secretamente, esse grupo de líder es pretendia lançar os alicerces de uma Nova Ordem Mundial, mais conveniente a seus interesses no continente americano, um tanto contrariados desde a guerr a da independência. Manejando poderosos interesses políticos, comerciais e econômicos no Novo Mundo, lembravam-se, com grande nostalgia, de que a antiga ordem lhes dera os tempos aventureiros dos séculos XVIII e XIX e o despertar da Idade Industrial, bem como as delícias da chamada "Pax Britannia" com os impérios coloniais Espanhol, Português, Holandês, Francês, Germânico e Britânico. Apesar da coligação de forças e interesses que a inspirara ser meramente terrena, apátrida e sem visíveis motivações religiosas, essa Era tinha sido, essencialmente, um tempo de paz forçada, administrada segundo o código de ética cr istã. A despeito da solidez aparente, tal ordenamento colonialista começou a esbarrar na força emergente da América, contrariando a velha tese oligárquica de que o Terceiro Mundo era inf erior à sociedade Armindo Augusto de Abreu 2 civilizada da Europa Ocidental. Foi, assim, que a antiga aspiração européia de manipular o destino do Novo Mundo esbarrou na contundente derrota dos ingleses em Yorktown, Vir gínia, em 1781. Ali, muito embora a guerra da independência ainda estivesse em curso e a Revolução Francesa viesse a demorar oito anos para ocorrer, a Velha Ordem era sepultada, para sempre, e o mundo se obrigava a mudar suas ambições imperiais hegemônicas assegur adas pelo simples uso do poder da guerr a. Quando a Amér ica começou, finalmente, a flexionar seus músculos, os poderes elitistas europeus entenderam que aquelas imensas r iquezas não mais poderiam ser mantidas ou controladas à força. A sutil alternativa seria o uso da astúcia, movida pelo investimento financeiro, pela ação de pessoas aliadas, pela compra de núcleos de iniciativa empresarial, mesmo que ainda incipientes, e pela aquisição de vastas porções de terras. Mas, sobretudo, sabiam os financistas e negociantes europeus que poderiam controlar a economia dos Estados Unidos se lhes pudessem impor um equivalente americano ao Bundesbank, ao Banco da Inglaterra, ou ao Banco da França, isto é, um Banco Central Independente e... privado...! Para liderar tarefa tão ambiciosa, complexa e secreta precisavam da competência e da discr ição de um aliado americano, leal e competente, plantado no coração do governo. O "Sombra", portador de inusitada e impressionante obra de engenhar ia política, formação e antecedentes familiar es impecáveis, tornava-se o natural aspirante para a formidável tarefa de eleger e tutelar um Presidente da República dos Estados Unidos ! Afinal, desde aquela época, já se afirmava que... "nenhum outro norte-americano do seu tempo foi tão bem e proximamente relacionado com tantos homens de prestígio internacional"... 1 , especialmente banqueiros, a quem fora introduzido pelo pai durante seu período de educação na Grã-Bretanha. Aprovado unanimemente para a missão, sua primeir a tarefa seria selecionar o nome ideal à candidatura presidencial. A escolha recai sobre a apagada figura de Woodrow Wilson, a quem é apresentado em 1911. Desde esse encontro, passou a concentrar esforços no sentido de obter sua indicação à presidência pelo partido Democrático, cuja decadência eleitoral era notável àquela época. Recebendo o apoio integral e ostensivo de famílias americanas de prestígio político e financeiro como os Rockefeller, Jacob Schiff, Bernard Baruch, Thomas Fortune Ryan e Adolf Ochs, não teve gr andes dificuldades em consegui-lo. Wilson er a um homem digno, sem mácula e um cristão honrado, porém totalmente alheio às complexidades das finanças internacionais e do governo federal. Ref ém da imensa força que o apoiava, tão logo eleito, em 1912, delega ao Coronel plenos poderes nessa área. O "Sombra" torna-se, então, a eminência parda do Poder e responsável direto pelas providências que facilitariam a influência da banca internacional sobre a liberdade e a integridade patrimonial e política da América. 1 Dicionário Conciso de Biografias, de SCRIBNER Armindo Augusto de Abreu 3 O "SOMBRA" COORDENA A FUNDAÇÃO DO ''FED" - UM BANCO CENTRAL PRIVADO PARA OS ESTADOS UNIDOS!!! ..."Eu acredito que as instituições bancárias sejam mais perigosas para as nossas liberdades do que exércitos aprestados. Elas já criaram uma aristocracia do dinheiro que desafia o governo. O poder de emissão do dinheiro devia ser tomado dos bancos e restaurado ao governo, seu legítimo proprietário"... THOMAS JEFFERSON. Havia no seio da sociedade americana, no início do século XX, uma sensação generalizada de medo. Crises financeiras, ocorridas ao correr do século XIX, com especial ênfase nos anos de 1873 e 1893, haviam deixado mar cas de profunda insegurança na população. Em 1836, havia cerca de 12.000 tipos de moedas em circulação no país, das quais, cerca de 5.000 er am totalmente fraudulentas ou falsas. Não existia coordenação monetária unificada e cada banco em funcionamento emitia sua própria moeda, lastreada em espécie, prata ou ouro. Era, como se percebe, um sistema caótico. Havia, porém, sérias resistências populares à criação de uma autoridade bancária central, pela memória, ainda muito viva, dos tempos coloniais de severa submissão aos rígidos padrões monetários ingleses. Somente com a eclosão da guerra civil, em situação de grave crise, o país logrou imprimir, pela primeira vez na sua história, uma moeda verdadeir amente nacional, denominada "Greenbacks". Apesar do largo alcance dessa medida, os banqueiros, emissores de moedas próprias, obtiveram do Congresso certas restrições para uso dos Greenbacks, que ficaram limitados ao pagamento de salários dos soldados e transações correntes dos cidadãos, não podendo ser usados na quitação de juros da dívida interna, impostos ou tarifas de importação. Paralelamente aos Greenbacks, circulavam o ouro e a prata, fazendo com que, ao final da guerra, a nova moeda tivesse perdido fé pública e seu valor reduzido a apenas 30% do poder liberatório inicial. Tal sistema, aliado às crônicas crises de escassez de moeda, inflação, deflação ou depressão, que se alternavam, respondiam pelos temores dos cidadãos. Em 1907, nova cr ise se apresenta e o povo entra em pânico... "Centenas de milhares de pessoas perdem suas propriedades, milhares de trabalhadores perambulam pelas ruas. Não havia dinheiro. As pessoas haviam depositado seu dinheiro nos bancos, mas os bancos estavam fechados"... 2 . Então, aproveitando o momento crítico, os banqueiros começam a trabalhar na criação de uma nova moeda e de um sistema financeiro que lhes permitisse a concessão de créditos em larga escala. Eles já vinham pregando, há anos, a idéia de um banco central para os Estados Unidos. Alegavam que, então, não haveria mais escassez de moeda, nem pânico, nem depressões, inflação ou deflação... "Os banqueiros haviam se empenhado nesse objetivo há anos e podiam esperar. Eles sabiam exatamente o que estavam fazendo. E os seus métodos eram tão sutis, tão refinados e tão secretos que as 2 Dr. MARTIN A. LARSON, in The Storical Fight for Honest Money in the U.S. Armindo Augusto de Abreu 4 pessoas jamais saberiam o quanto estavam sendo roubadas"...3 . Em novembro de 1910, houvera uma reunião preparatória, sigilosa, entre poderosos do mundo e líderes financeiros americanos, na paradisíaca ilha de Jekill, em frente à costa do Estado da Geórgia. Os participantes mais poderosos foram, do lado amer icano, o senador Nelson Aldrich, avô do banqueiro e multi-milionário Nelson Rockefeller e, pela oligarquia européia, Paul Moritz Warburg. Paul Warburg representava a poderosa Casa Rothschild, da Alemanha, e, havendo se mudado para New York em 1902, comprou, com dinheiro dos Rothschild, importante participação societária na prestigiosa Casa Bancária Kuhn, Loeb & Co. daquela cidade. Os demais sócios na empreitada eram Jacob Schiff, cabeça da instituição por casamento com Teresa Loeb e Otto Kahn. Paul Warburg, também titular de negócio próprio, a Casa Warburg, de Hamburgo, era igualmente casado com uma filha do Sr. Loeb, sendo, portanto, cunhado de Jacob Schiff. Pelos laços do parentesco, tornara-se ainda mais sólido o investimento. Como já visto, o que esses banqueiros desejavam, e para isso vinham se preparando há tanto tempo, era instituir um sistema financeiro privado que desse fim à desordem e à insegurança reinantes. Ele deveria, entretanto, ser estabelecido pelo governo federal, que ficaria inteiramente r esponsável pelas obrigações contraídas ante o banco central privado. As cédulas de dinheiro emitidas seriam papéis privados e geridos, exclusivamente, pelo sistema bancário. Os bancos, então, poderiam, em conjunto, controlar a oferta monetária, determinar as taxas de juros e o volume do crédito. Com organização tão precisa, eles teriam o controle f inanceiro total do país e do destino de seu povo. Foi, portanto, com esse intuito que o grupo de conspiradores passou duas semanas articulando-se na ilha de Jekyll. Viajar am de New York para a Georgia num trem particular, hermeticamente fechado; usar am codinomes e foram servidos por pessoas que não puderam saber quem eles eram. Os princípios gerais das matérias debatidas foram acordados e podem ser sintetizados nesta assertiva de Paul Moritz Warburg:..."Precisamos fugir desse estigma de empresa privada. Temos de convencer o povo de que é uma agência governamental. Temos que batizá-lo de Sistema da Reserva Federal (Federal Reserve System)"...4 . Faltava, apenas, quem materializasse, na prática, essas idéias tão ousadas, tarefa naturalmente reservada para a extrema competência do Sombra. O Coronel, como vimos, entrara em ação e Wilson, indicado candidato democrata, venceu a corrida presidencial contra Ted Roosevelt. De sua plataforma eleitoral, redigida pelo Coronel, constavam duas promessas solenes: a primeira, de se opor, tenazmente, ao poder dos banqueiros de Wall Street; a segunda, de manter os Estados Unidos longe da guerra. Logo depois de eleito, Wilson, inspirado nas idéias e pressões do Sombra, faz passar a Décima Sexta Emenda à Constituição que lhe permite aprovar, em pleno recesso do Congresso no Natal de 1913, o projeto de criação de um conjunto de doze bancos regionais, de controle acionário privado, 3 Dr. MARTIN A. LARSON, in The Storical Fight for Honest Money in the U.S. 4 Idem. Armindo Augusto de Abreu 5 cada um deles denominado Feder al Reserve Bank of... (nomes individuais das regiões onde fossem instalados), constituindo um sistema integrado (Feder al Reserve System). Este, por sua vez, governado por um "board", com membros indicados pelos acionistas privados e pelo governo central, denominado Feder al Reserve Board. Além disso, ainda aconselhado pelo Coronel, Wilson consegue aprovar a legislação que altera regras da cobrança e vinculação específica de receitas do Imposto de renda, obrigando o contribuinte americano a pagar diretamente pelos empréstimos que os banqueiros passariam a fazer ao Tesouro, através do Fed, com moeda que os doze bancos do Sistema estavam autorizados a emitir livremente. "De uma só penada, o controle da economia dos Estados Unidos e do sistema monetário foi removido do Congresso, a quem esses poderes eram conferidos pela Constituição 5 . E, daquele momento em diante, a economia passou a ser controlada, anonimamente, por banqueiros e homens de finanças, na mer a qualidade de acionistas, "proprietários" do sistema bancário central privado, o Federal Reserve System... O povo deixava de ser o senhor absoluto do destino de seus impostos e do Orçamento, uma vez que a arrecadação do imposto de renda estava, agora, diretamente vinculada à satisfação dos financiamentos concedidos pelo Fed. ao Tesouro. Era a ascensão definitiva do "Money Power"...apesar de, enigmaticamente, essas duas medidas, que garantiram o domínio financeiro dos Estados Unidos pelos capitalistas da banca privada, também constassem do ideário propugnado pelo... "Manifesto Comunista"!... A título de ilustração, recomendamos uma rápida passada de olhos no anverso de qualquer nota de dólar amer icano, até encontrar um pequeno selo, de forma circular, com uma letra maiúscula ao centro, à esquerda da efígie presidencial. Este selo identifica qual dos doze bancos regionais do FED. a emitiu... Essa verificação, entretanto, só será possível em cédulas emitidas antes de 1998, pois as de nova efígie, impressas recentemente, omitem tão interessante informação. Elas agora mostram apenas, no mesmo local, a logomarca do Federal Reserve System...Quanto à segunda promessa da campanha, três anos depois de eleito Wilson se transforma num defensor intransigente da guerr a, visando a ... "tornar o mundo seguro para a democracia"... O FED financia o esforço nacional para o conflito e credencia seus membros como "dealers" na venda de bônus de guerra, aumentando seus lucros. Porém, o que nem Wilson, nem o Sombra, conseguir am dissimular, foi o fato de que a entrada dos Estados Unidos na I Grande Guerra, além das alegadas razões altruísticas, permitiu aos banqueiros internacionais, acionistas do FED, cobrarem os enormes empréstimos que haviam feito antes à França e à Inglaterra, então inadimplentes. Com o portentoso nascimento do Fed, unindo no maior e mais poderoso empreendimento financeiro da história da humanidade o poderio dos Rothschild, Warburg, Schiff, Kahn, Loeb, Belmont, Morgan e Rockeffeler, a oligarquia política e financeira européia, pelas mãos competentes do Sombra e de Woodrow Wilson, consegue, na prática e em nome do controle total das f inanças globais, algo sublime e antes inimaginável: um 5 GRANT JEFFREY, in FINAL WARNING continua  | Armindo Augusto de Abreu 6 sincretismo de capitais, que sincroniza séculos e séculos num portentoso casamento aparentemente indissolúvel. O resultado desse casamento se revela, em sua verdadeira grandeza, no pós-guerra, quando, na reunião de Bretton Woods, o dólar americano, uma simples moeda de emissão particular, é escolhido como valor de refer ência e centro planetário, peso e medida do sistema financeiro internacional!!! O mundo tem, enfim, sua moeda fundamental, porém ainda não a única, controlada integralmente pela banca privada, embora disso não se tenha apercebido claramente, sendo esta a herdeir a universal de todo o imenso e inesgotável poder que tal capacidade possa representar!!! O SOMBRA COORDENA A CRIAÇÃO DO COUNCIL ON FOREIGN RELATIONS - C.F.R. ...."Há um poder oculto tão organizado, tão sutil, tão atento, tão fechado em torno de si próprio, tão completo, tão corruptor que não se pode elevar a voz quando se desejar criticá-lo". WOODROW WILSON, após deixar a Presidência. Apesar da vitória aliada na I Guerr a Mundial, seus horrores e as mortes de dezenas de milhares de cidadãos e soldados chocaram as populações e os governantes da Europa e da América. Depois de calados os canhões, os principais líderes políticos, intelectuais, financeiros e de negócios entenderam ser imprescindível lançar sementes que pudessem vir a estabelecer as fundações de um governo global unificado, eliminando diver gências entre estados nações e prevenindo a ocorrência de uma outra guerra devastadora. Essa elite de líder es também percebeu que, caso alcançasse tal objetivo, estaria gerando uma tremenda oportunidade de garantir, para si e seus associados, poder e riquezas além da imaginação. Constataram, entretanto, que pouquíssimas pessoas estariam dispostas a abrir mãos da soberania de seus países em favor de uma denominação estrangeir a inerente a um governo mundial unif icado. Em razão disso, entenderam que, para atingir seus objetivos finais, dever iam organizar e impor seu projeto de um governo global e totalitário, de forma lenta, sub-reptícia, utilizando no seu preparo a colaboração de organizações semi-secretas e de lealdades forjadas a qualquer preço... Essas instituições, muitas vezes de utilidade e uso públicos, guardariam unidade de operação, obedientes às diretrizes emanadas de outras organizações hierarquicamente superiores, numa administração de ordenamento e sigilo piramidais. Um esquema organizado dessa forma, com lar gos e generosos financiamentos, permitiria, como de fato vem ocorrendo paulatinamente, desde então, que o pensamento convergente, unificado, globalizado, alcançasse a mídia, a universidade, os partidos políticos, a consciência popular, os parlamentos e, até mesmo, certas confissões religiosas. Banqueiros, que participaram intensamente do esforço de Armindo Augusto de Abreu 7 eleição de Wilson e dela se beneficiaram assumindo o controle acionário do Fed., não medir am esforços financeiros e políticos para alcance desses objetivos, já parcialmente atingidos em sua operosa esfera de atuação. Como fez, por exemplo, Paul Warburg, ao declarar aos senadores norte-americanos: "Teremos um governo mundial, gostemos ou não disso. A única questão é, somente, sabermos se o governo mundial será atingido por consentimento ou por conquista"6 . Disposta a opinião pública, depois de longo e elaborado preparo que envolveria ações desses centros de poder, de seus líderes e prepostos, a implantação formal do projeto poderia, então, ser feita em caráter definitivo. Era preciso, entretanto, que o primeiro passo fosse rapidamente implementado. Delegados à Conferência de Paz, em Paris, 1919, reuniram-se em 30 de maio no Hotel Majestic para traçar diretrizes que conduzissem os governos mundiais a uma resultante unificada. Não obstante, o pretexto oficial para essa reunião foi o de fundar um organismo que congr egasse líderes privados das finanças, comércio e indústria, os quais atuariam como "Conselheiros" de seus respectivos governos no planejamento da política econômica e nas relações exteriores, para fins de cooperação internacional. Com esse espírito, os Estados Unidos, liderados por um representante pessoal do Pres. Wilson à Conferência, congregaram um elenco de "pesos pesados" do cenário mundial e fundaram o Council on Foreign Relations - C.F.R. Estabelecido em New York em 1921, com um corpo inicial de 273 membros notáveis, sua porção mais visível é um lindo prédio naquela cidade, denominado Pratt House, na esquina de Park Ave. com a Rua 68, coincidentemente muito próximo à Embaixada Russa. O Sombra era esse representante diplomático e foi, certamente, o responsável pelas principais idéias que têm norteado suas ações ao longo dos anos. Simultaneamente à criação do C.F.R., organizações paralelas foram fundadas em diversos outros países de forma a alinhá-los com os planos crescentes de uma verdadeira associação mundial. Assim, em Londres, Inglaterra, uma elite semelhante formou o Royal Institute of International Affairs (Grupo Chatam House); na França, em Par is, surgiu o Centre D´Etudes de Politique Étrangèr e e em Hamburgo, Alemanha, o Institut Fur Answartige Politik, todos empenhados em conciliar interesses europeus com dir etrizes do C.F.R. Posteriormente, o sistema foi tomando sua dimensão tentacular contemporânea, ante a criação, adesão e incorporação de instituições como o Grupo dos Sete, a Comissão Trilateral, o Diálogo Interamericano, o Consenso de Washington, a Sociedade Liberal de Mont Pélérin, The Bilderbergers, The Alliance, The Council of Europe, o Clube de Par is, o Clube de Roma, o Movimento Federalista Mundial, a APEC, a Mídia mundial, algumas das mais conceituadas Universidades, as sociedades secretas, a maioria das Organizações Não Governamentais (ONGs), etc... Quanto ao C.F.R., é fato notório que, desde a sua fundação, vem atraindo para seus quadros homens de poder e influência e, em contrapartida, conhece meandros do poder e os indica a membros selecionados. Tal capacidade ficou explícita a partir de 6 Em depoimento prestado à Subcomissão de Relações Exteriores do Senado Americano, em 17.02 1950. Armindo Augusto de Abreu 8 1940, quando, a convite do Pres. Roosevelt, oficiais do C.F.R. ganharam influência sobre o Departamento de Estado e tem-na mantido, desde então. Basta conhecer que foram membros do C.F.R. todos os Secretários de Estado, menos um, desde 1940 e todos os Secretários da Guerra/Defesa, sem exceção, desde 1940. Essa influência, a partir daí, só tem feito crescer e se espalhar por outras áreas vitais da sociedade americana, ganhando depois o mundo. "Não ser ia exagero afir mar que esse grupo de elite tem formado o verdadeiro governo secreto dos Estados Unidos desde 1945, uma vez que, além de líderes dos negócios, financeiros, intelectuais, militares e políticos, nele se incluem os líderes dos partidos Republicano e Democrático"7 . Durante a eleição presidencial de 1992, os amer icanos puderam escolher entre os "sabores presidenciais" que o C.F.R. tinha para lhes oferecer, pois, segundo o "Council On Foreign Relations Annual Report For 1993", o Chairman Peter Peterson orgulhosamente informava aos distintos associados que os candidatos presidenciais, George Bush, Bill Clinton e Ross Perot eram todos membros do C.F.R". Associados do Conselho também já controlar am ou controlam a NBC, a CBS, o New York Times, o Washington Post, o Los Angeles Times, o Des Moines Register, e muitos outros jornais de primeiríssima linha. Os líder es das revistas Time, Lif e, Newsweek, Fortune, Business Week e de inúmeras outras publicações também são membros do C.F.R. Outros, dominam as demais mídias, o mundo acadêmico, sindicatos, corporações de topo, segmentos militares e praticamente todas as áreas de importância da vida amer icana, como se pode depreender da lista que se segue: Feder al Reserve Board; FMI; Banco Mundial (Bird); GATT; Fundações Rockefeller, Ford e Carnegie; Chase Manhattan Bank; First Nat´L City Bank; J.P.Morgan Bank; Universidades de Harvard, Columbia, Chicago e Yale. No campo da política externa, o braço visível do C.F.R. é a revista Foreign Affairs. Sentado no topo dessa imensa pirâmide de poder, como "Chair man of the Board, reina, absoluto, David Rockefeller. ..."Como em todas as outras nações do mundo, também nos Estados Unidos existe uma organização que atua por trás das cortinas. Ela possui um enorme poder. Tem controlado a política econômica e os objetivos da política externa dos EEUU pelos últimos 70 anos, quer o homem sentado na Casa Branca tenha sido Democrata ou Republicano, liber al ou conservador, moderado ou extremista. Este poder paira acima de quaisquer eleições, porém tem sido sempre capaz de promover seus resultados. Além da administração da riqueza, seu principal objetivo é o estabelecimento de um governo mundial único, onde o controle do dinheiro estará nas mãos de um ou mais bancos centrais privados e independentes"...8 . Da mesma forma, entre a intelectualidade americana já existe a fir me convicção de que ... "para o bem ou para o mal, as Nações Unidas como agora as conhecemos, o FMI, o Banco Mundial e o Acordo de Bretton Woods não foram trabalho 7 GRANT JEFFREY in FINAL WARNING. 8 PAT ROBERTSON, in The New World Order, Word Pub. Pag.113. Armindo Augusto de Abreu 9 do governo dos Estados Unidos, por si próprio, mas de membros do C.F.R. encarr egados de cumprir metas daquela organização"... 9 O SOMBRA COORDENA A CRIAÇÃO DA LIGA DAS NAÇÕES "Estamos nos aproximando do momento em que a única escala efetiva de operações de alguma importância será a escala global. Os estados nações terão que ser privados de sua soberania e subordinados à soberania de um governo mundial global. Penso que esse estado mundial necessitará de uma polícia armada e deverá dispor de força suficiente para poder impor a paz... O povo de cada atual estado soberano independente terá de renunciar à soberania de seu país e subordinar-se à soberania suprema de um governo mundial estabelecido". ARNOLD TOYNBEE, hist oriador, in "SURVIVING T HE FUTURE." "Para se chegar ao governo mundial será necessário remover das mentes dos homens o seu individualismo, a lealdade às tradições familiares, o patriotismo nacionalista e os dogmas religiosos" BROCK CHI SOLM, U.S. WORLD HEALTH ORGANIZATION O passo mais significativo do Sombra em sua agenda globalizante foi, em 1920, após o fim da I Grande Guerra, conduzir Wilson à criação da Liga das Nações. "Esta foi a primeira tentativa realmente séria de se estabelecer um governo mundial unif icado" 10 , e ..."embora o Coronel..., conselheiro do Pres. Woodrow Wilson tivesse feito todo o possível para iludir a América levando-a a se filiar à Liga das Nações, baseada em Genebra, o Senado dos Estados Unidos reconheceu os perigos de uma interferência e dominação estrangeiras. O Senado recusou-se a ratificar a f iliação da América e manteve os Estados Unidos fora do sistema internacional até o final da II Grande Guerra". Esta rejeição, pelo Senado, foi uma ducha de água fria nos planos do Coronel e adiou a agenda globalista por várias décadas 11 . Desapontado, porém não vencido, o Sombr a e seus amigos continuaram a marchar em direção aos planos do governo mundial e foi, então, que fundaram o Conselho de Relações Exteriores (C.F.R.), na forma anteriormente relatada, como alternativa de conquista do poder global pela via indireta, em caso de fracasso da Liga das Nações. Constava dos planos secretos de criação da Liga que esta, como embrião de um futuro governo mundial global, dever ia diligenciar para que os estados membros se organizassem em torno de princípios comuns; aceitassem decidir disputas em cortes de justiça globais universalmente aceitas; formassem uma força policial capaz de impor sanções decretadas pela Liga aos seus membros; adotassem moeda e sistema bancário únicos; aceitassem a abolição de fronteiras fixas, do conceito de Soberania e de quaisquer princípios religiosos!!! M arx, ao que se afigura, não 9 PAT ROBERTSON, in The New World Order, Word Pub. Pag.113. 10 GRANT JEFFREY, in FINAL WARNING 11 Idem. Armindo Augusto de Abreu 10 estava sozinho ao imaginar e afirmar que "a religião é o ópio do povo"... A recusa firme e heróica do Senado amer icano em aderir a um organismo com tal tipo de filosofia encontrou, sempre, firme apoio popular que, inclusive, vem demonstrando crescentes desconfianças em r elação à ONU, que lhe sucedeu, e a outros organismos internacionais, como o FMI e o Banco Mundial (Bird). Movimentos de resistência interna, conhecidos como milícias, embora recebam do governo feder al e do FBI, que lhes dá combate, tratamento de "fanáticos religiosos", têm como principal foco de repulsa a possibilidade, que vêem com sincera preocupação, de vir a ONU, em futuro próximo, substituir o atual sistema de governo e de aplicação da lei, tolhendo ou destruindo os valores mais fundamentais de sua sociedade e cultura: a justiça e a liberdade!!! O SOMBRA DESAPARECE, DEIXANDO IMENSO LEGADO POLÍTICO E A AGENDA DA "NOVA ORDEM'' E DA GLOBALIZAÇÃO "O mundo é governado por personagens muito diferentes daquilo que é imaginado pelas pessoas que não estão por trás dos bastidores" BENJAMIN DISRAELI - 1º Minist ro da Rainha Vit ória "Os tempos da soberania absoluta e exclusiva, entretanto, já passaram. Essa teoria jamais se conformou à realidade" BOUTROS BOUTROS-GHALI, Secret ário-Geral da ONU - Relatório "AN AGENDA FOR PEACE, 1992 Em 1938, o Sombra, cujo nome de batismo era Edward Mandell House, veio a falecer. Seus planos de formação de um governo mundial unif icado, entretanto, jamais foram abandonados ou interrompidos por aliados, seguidores ou patrocinadores. Talvez o aspecto mais enigmático e curioso da f antástica história do Sombr a é que, tendo ela ocorrido em solo da maior democracia liberal do planeta, os Estados Unidos, uma inédita e ainda pouco explicada associação de respeitados capitalistas, empresários e banqueiros, tenha financiado planos concebidos e executados por um assumido mar xista, cujo objetivo final teria sido, nada mais nada menos, do que socializar os Estados Unidos. Em 1912, o Coronel House, bem ao seu estilo "low profile", escr eveu um livro, sob a forma de romance ficcional, chamado Philip Dru: Administrator - A Story of Tomorrow, único documento do seu legado contendo idéias teóricas, onde ele defende uma "conspiração"(o termo é dele) através da qual ganharia o controle dos Partidos Republicano e Democrático e usaria a ambos como instrumentos da cr iação de governo mundial socialista. Assumiu, também, estar trabalhando pelo "socialismo como sonhado por Karl Marx" e defendeu a tese de que a economia mundial fosse gerida por uma oligarquia f inanceira anglo-saxônica e um ditador mundial servido por um "Conselho de Doze Homens Fiéis". O Coronel House, "amigo Armindo Augusto de Abreu 11 íntimo de homens internacionais famosos", deixou claro e patente que possuía sonhos realmente grandiosos. Entre estes, sobrepôs-se o da criação de uma Nova Ordem Mundial, dominada pelas finanças anglo-amer icanas, com ele próprio à frente, assumindo o papel do ditador propugnado em seu único livro. Par a tanto, seria absolutamente necessário, em primeiro lugar, o colapso e a dissolução das monarquias da "antiga ordem". Apesar do apoio incondicional que sempre recebeu de seus patrocinadores, maior do que qualquer outro homem na história da humanidade, O Sombra não viveu o bastante para ver realizados todos esses seus sonhos delirantes de poder. Porém, o generoso suporte financeiro dos banqueiros de Wall Street, conta-nos em voz baixa a história, que jamais faltou ou foi insuficiente para estimular os esforços revolucionários de Marx, Trotsky e Kerensky na derrubada de Nicolau II, o Czar de todas as Rússias, continuou fluindo, mesmo após a morte do Sombra, para a realização da fracassada utopia comunista na antiga União Soviética!!! Qual seria, então, a explicação lógica para esse enigmático mistério, que juntou no mesmo jogo de influências e interesses, durante quase todo o Século XX, homens de negócios, políticos, intelectuais, idealistas, inocentes úteis, o "Manifesto Comunista", banqueiros capitalistas e revolucionários mar xistas e leninistas...? Puro idealismo? Sonhos visionários de poder desmedido? Ambição irrestrita e desenfreada? Algum tipo de fervor determinístico ou transcendental? Ou, até mesmo, todos esses fatores combinados? Ao arguto leitor, deixo estes elementos de provocação e o ônus das r espostas que, não por acaso, passam a se constituir em parte do formidável e misterioso legado do Coronel House. Se, porventura, não se sentir à vontade para decifrar, a contento, tão intricado enigma, console-se: afinal, de todo o mal que se esconde nos corações humanos, só o Sombra sabe!!!... POST-SCRIPTUM Na primavera de 1991, num artigo denominado 'Muito merecida audiência para a Nova Ordem de Wilson", o jornal Washington Post, em artigo fir mado pelo jornalista Edwin M. Yoder Jr., af irmava que já er a hora do mundo dar o devido crédito ao Pres. Wilson e ao Coronel House como os verdadeiros autores da Nova Ordem Mundial e da Globalização. Que Deus os tenha! (*) Este ensaio corresponde à parte do texto completo de livro do autor, em elaboração, com o nome provisório de "A Face Oculta da Globalização". O conteúdo destes artigos só poderá ser copiado, exibido e divulgado, desde que citados o autor e a fonte. Armindo Augusto de Abreu http://www.armindoabreu.ecn.br/ARTIGOS.htm  | Os espiritos superiores ja estao nos preparando para o dia. Agora e necessário que se divulgue. Nostradamus previu a divulgacao destas mensagens no meio de Abril/2003 Vamos elevar nossos espiritos a deus e ele nos guiara contra o satã que surge. Hoje e a pascoa,o dia da ressureicao de cristo. " Nada está ocolto senão para ser manifesto, e nada se faz escondido senão para ser revelado ". ISTO LE SÓ LE UNCOMENE DE UNE MUNDO INACABADO QUE ESTALES PRESTES A UNA CASTRATOVE BENE MAIOR QUE A DA INDIA .
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